Arte & Cultura
Um breve resumo sobre a comunidade de arte e cultura.

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Sobre a Comunidade


Salve galera! Eu me chamo Jorge Eiró e sou o articulador da Comunidade Arte & Cultura da Boaventura Lab.
O que a gente pode esperar dessa comunidade? Qual é a nossa viagem? O que propomos para uma boa aventura criativa artístico-cultural?
Bom, vou responder a essas perguntas, mas, desde já, devo adverti-los para que, ao longo dos nossos encontros, possamos rever o que aqui afirmo, já que a arte é sempre um processo contínuo de (re)invenção de conceitos. Então vamos lá!
Nosso objetivo é, à luz da História da Arte e da Estética, compreender os movimentos, conceitos e processos artísticos em seus contextos históricos e sociais, apropriá-los e aplicá-los às nossas experiências de vida e profissional.
De que forma?

1. A partir de um enfoque histórico-social da Estética e da História da Arte e sua evolução em distintos contextos;
2. Por meio de um amplo panorama dos principais movimentos artísticos, seus conceitos, técnicas e processos;
3. Por uma abordagem direta da obra de arte em seus espaços expositivos e no contato com os artistas em visitas aos seus ateliês.
E por que razão?
1. Por que a arte como experiência estética significa, sobretudo, uma experiência humana, humanizadora e, filosoficamente, corresponde a uma missão civilizatória que contribui para o avanço da sociedade e para o crescimento pessoal e profissional;
2. Por seu inegável conteúdo simbólico de representação e distinção social a arte agrega um inestimável valor estético e cultural à nossa condição humana, capaz de inovar nosso estilo de vida, expandir nossa visão de mundo e nos proporcionar escolhas diferenciadas e mais refinadas;
3. Por seu caráter subjetivo, a arte e seu componente estético se fazem presente em todos os campos, produtos e ações do nosso cotidiano e, por conta disso, ampliam nossa percepção e sensibilidade sobre as coisas;
4.Quer mais? Por que a arte, com seu potencial criativo e transformador, é capaz de nos elevar da banalidade do dia-a-dia, nos proporcionando uma experiência singular da existência – uma estética da existência –, pois, como já dizia o poeta: “a única morada de um homem está no extraordinário”.

Veja quanta coisa interessante. E aí? Quer algo mais que possa ajudá-lo a se diferenciar do lugar-comum? Então integre-se à nossa comunidade e faça parte das nossas discussões artísticas e atividades criativas. A inscrição é gratuita! E todas, sem exceção, serão desenhadas e vividas em torno do nosso propósito. Vamos lá!

Quem é Jorge Eiró?

Jorge Eiró

Sempre gostei de desenhar e pintar, desde criança. Desde sempre sonhei em ser artista e arquiteto. Então, me graduei em Arquitetura pela UFPA, em 1983. A arquitetura me deu régua, compasso e uma formação estética e artística. Faço parte de uma geração de artistas oriundos da Escola de Arquitetura da UFPA que, a partir dos anos 1980, revolucionou as artes visuais em Belém, a Geração 80 paraense, tão atuante no efervescente contexto cultural da Movida Mangueireña da capital paraense daqueles tempos. No início daquela década, vivi a aventura literária no Fundo de Gaveta, coletivo de jovens poetas. Logo em seguida as artes plásticas e, de repente, participações e prêmios no Salão Arte-Pará, Salão Nacional e mostras internacionais. Bons tempos…

A projeção nesse cenário artístico-cultural acabou por me levar ao campo da docência. Em 1990 ingressei como professor do então curso de Educação Artística da UNAMA, hoje Artes Visuais. Tempos depois me tornei professor do curso de Arquitetura e Urbanismo, tendo lecionado ainda nos cursos de Comunicação e de Moda nessa mesma IES. Lá realizei uma especialização em Ensino Superior e hoje integro o corpo docente da Pós-Graduação em Comunicação, Linguagens e Cultura da Unama.  Em 1995 ingressei no Departamento de Arte da UFPA, transferindo-me em 2006 para a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, na qual integro o LaFora, nosso Laboratório da Forma na Razão e na Alucinação. Fiz mestrado e doutorado na Pós-Graduação em Educação da UFPA, efetuando uma reflexão sobre minha trajetória como arquiteto-artista-professor e investigando as referências estéticas que amalgamaram essa tríplice formação. E assim meu Currículo Lattes vai se desenhando…

Até que em 2014, depois de uma visita à SP-Arte e, em seguida, algumas boas cervejas, o Marcelo Magalhães me convidou a criar a Boaventura Cultura e Negócios, uma iniciativa pensada a desenvolver ações e projetos que contribuam para expandir o mercado de arte em Belém. A Boaventura, ou simplesmente a BOA, configura-se num aprazível ambiente de trabalho que atua no campo dos negócios da cultura e da cultura de negócios, agregando os valores da arte a uma perspectiva de negócios e os negócios a uma pegada criativa. Tudo isso em meio a conversas invariavelmente bem-humoradas, regadas quase sempre por uma boa cerveja, trabalhando com uma espécie de metodologia ativa que conceituamos como drink and think, ahahah…

Bom, chega de pavulagem! Vamos então a nossa primeira proposta de imersão na grande aventura da história da arte:

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Workshop: #Tudo_que_é_sólido_levou_farelo A Aventura da Arte Moderna e Contemporânea – do Impressionismo à Pós-Modernidade –

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